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Porque Sim!

Porque Sim!

Chover a Cântaros ou Chover a potes

Setembro 24, 2018

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Li a origem desta expressão no livro "Puxar a brasa à nossa sardinha" de Andreia Vale.

 

"Na verdade, quando chove muito não se vê gatos e cães a cair do céu, mas a expressão que se usa em inglês (it's raining cats and dogs) explica-se com com o facto de antigamente os telhados das casas não terem forro, isolamento. Os cães e os gatos (também ratos e outros bichos) que procuravam abrigo nos sótãos das casas eram obrigados a descer quando chovia muito. Em português usa-se a expressão está a chover a cântaros, uma designação que se refere a um vaso de barro ou metal, com duas asas, que era próprio para acondicionar ou transportar água. Chover a cântaros é, portanto, sinónimo de chuva tão intensa que parece estar a ser despejada de vários cântaros. Também há quem diga chover a potes"

 

 

Engolir sapos

Abril 03, 2017

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Significa suportar, sem protestar, dificuldades, imposições ou situações inesperadas.

 

Segundo Andreia Vale no livro "Puxar a brasa à nossa Sardinha"

A origem desta expressão é atribuída às pragas que assolaram o Egipto, narradas no Êxodo, segundo livro do Antigo testamento. A segunda praga foi a das rãs e sapos que subiram os rios, canais e lagos, cobriram toda a terra e entraram pelas casas adentro… daí que engolir sapos se tenha tornado numa situação desagradável.

 

Marina

Lágrimas de crocodilo

Março 27, 2017

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Segundo Andreia Vale no livro "Puxar a brasa à nossa sardinha"

Uma das duas versões que explicam as lágrimas de crocodilo vem da uma crença. A de que, na Antiguidade, nas margens do rio Nilo, os crocodilos choravam e faziam barulho para atrair as pessoas que por ali passavam. E, claro, os que caiam no engodo, acabavam por ser devorados.

Outra versão diz que, quando o crocodilo está a comer a sua presa, a passagem do corpo pode pressionar com força o céu-da-boca do réptil, o que comprime as glândulas lacrimais... dando a impressão de que o animal chora enquanto devora a vítima.

utilizamos esta expressão quando falamos da falta de sensibilidade ou de rependimento de alguém.

Marina

Memória de elefante

Março 20, 2017

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Segundo Andreia Vale no livro "Puxar a brasa à nossa sardinha"

Uma lenda diz que um alfaiate indiano enfiou uma agulha na tromba de um elefante e anos mais tarde, quando o animal reencontrou o alfaiate, encheu a tromba de água e despejou-a sobre o homem, provando que se lembrava bem do que acontecera.

Esta expressão significa que alguém tem excelente memória.

Marina

Elefante branco

Março 13, 2017

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Segundo Andreia Vale no livro "Puxar a brasa à nossa sardinha"

Esta expressão vem do costume asiático praticado em países como a Índia e a Tailândia. Os elefantes brancos eram considerados sagrados. Receber um era considerado uma benção mas também uma maldição, já que, não podendo usá-lo para o trabalho, ter-se-ia de o manter, alimentar e tratar, com muitos custos e sem grande proveito.

Ou seja, uma coisa aparentemente boa e valiosa, mas, no fundo, da qual se retirava pouco proveito e com a qual ainda tinha de se gastar.

Marina

Fazer uma vaquinha

Março 06, 2017

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Utilizamos esta expressão quando várias pessoas se juntam para dividir uma despesa em partes iguais.

 

Segundo Andreia Vale no livro "Puxar a brasa à nossa sardinha" a origem desta expressão 

estará nas primeiras décadas do século XIX, quando, no Brasil, os clubes de futebol e os jogadores não tinham receitas financeiras. Os adeptos juntavam-se numa colecta de fundos para assim conseguirem premiar os jogadores em caso de vitória. A quantia do prémio tinha o nome de um dos animais no jogo do bicho, uma bolsa ilegal de apostas em números que representam animais, que ainda hoje existe no Brasil. Assim, cinco mil réis correspondia ao "prémio do cão", porque esse animal representa o cinco no jogo do bicho. O prémio máximo era de vinte e cinco mil réis, na altura - que ainda hoje, o número da vaca é o vinte e cinco.

Marina

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